Corujinha 01
Destaques

      Corujinha 02
Ajuda Humanitária.


      Corujinha 03
Animais.


      Corujinha 04
Artesanato de lixo reciclável.


      Corujinha 05
Casa.


      Corujinha 06
Ciência.


      Corujinha 07
Como Surgiu.


      Corujinha 08
Curiosidades.


      Corujinha 09
Drogas.


      Corujinha 10
Ecologia.


      Corujinha 11
Esportes.


      Corujinha 12
Filmes.


      Corujinha 13
Instrumentos Musicais.



      Corujinha 15
Mamães e Bebês.


      Corujinha 16
Maquiagem.


      Corujinha 17
Mitos e Verdades.


      Corujinha 18
Notícia no Mundo.


      Corujinha 19
Novo acordo Ortográfico.


      Corujinha 20
Paisagismo e Jardinagem.


      Corujinha 21
Pescaria e piscicultura.


      Corujinha 22
Politica.


      Corujinha 23
Primeiros Socorros.


      Corujinha 24
Receitas.


      Corujinha 25
Salve o Planeta e a Biodiversidade!


      Corujinha 26
Saúde.


      Corujinha 27
Sexualidade.


      Corujinha 28
Situações Diárias.


      Corujinha 29
Sociedade.


      Corujinha 30
Tecnologia.


      Corujinha 31
Turismo, Lugares, Viagens.


      Corujinha 32
Universo.


      Corujinha 33
Vida e diversidades.


Violino.

Orçamentos de Laguinhos www.laguinhos.com.br
Monte em instantes o orçamento para seu laguinho.


Filtros Biológicos www.fontesechafarizes.com.br
Veja on-line que custa muito pouco acabar com as algas.


Anti-algas e Anti-Cloro www.filtrouv.com.br
O fim das algas em seu lago.

                                                                   

Instrumento de arco, com quatro cordas, o menor (e o de som mais agudo) dos membros da família do violino. Tem uma extensão de quatro oitavas, e suas cordas são afinadas em intervalos de quinta, sendo a mais grave afinada pelo sol abaixo do dó central (isto é, sol-ré-lá-mi). Os primeiros violinos foram feitos na Itália em meados do século XVI (1700), evoluindo de antecessores como arebec, a vielle e a lira da braccio. A arte de fabricar violinos de primeira classe foi, por 200 anos, apanágio de três famílias de Cremona - os Amati, Guarnen e Stradivari (de que a latinização deu Stradivarius). Embora o violino propriamente dito tenha-se mantido inalterado por 400 anos (excetuando-se a utilização de cordas mais finas e de um cavalete mais alto no século XIX), a forma atual do arco só se consolidou no século XIX(1800). Originalmente convexo em relação ao violino, o arco é agora côncavo. O violino tem longa história na execução da música folclórica, que vem desde seus antecessores (como avielle). Durante o século XVII, substituiu a viola soprano na música de câmara, e tornou-se o fundamento da orquestra. Na orquestra moderna, os violinos estão divididos em duas seções - primeiros e segundos violinos -, as quais se distinguem, em cena medida, pelo fato de os primeiros tocarem as partes mais agudas e os segundos, as mais graves. O repertório de música escrita para o violino é enorme, e cresceu ainda mais depois que Paganini revelou todas as suas possibilidades virtuosísticas.

Os luthiers

Para se fazer um violino, são necessárias mais de setenta partes. Diversas madeiras são utilizadas, depois de selecionadas cuidadosamente, levando-se em conta sua resistência e capacidade de transmissão sonora. O abeto é escolhido para o tampo porque é macio e responde bem às vibrações das cordas enquanto o fundo é feito de bordo, madeira mais dura, que ajuda a preservar o violino do desgaste pelo uso. Muitas partes da estrutura do violino são difíceis de serem feitas e exigem um conhecimento profundo de artesãos que são conhecidos como luthiers. Os melhores instrumentos ainda são feitos à mão, tomando-se muito cuidado também com a beleza e o acabamento do produto.

Como funciona

Os instrumentos como o violino dependem da vibração das cordas para emitir som. As cordas vibram quando o arco passa por elas, mas produzem muito pouco som, que só fica suficientemente forte para ser ouvido quando as vibrações passam pelo cavalete para o corpo oco, ou caixa de ressonância do instrumento. Os ouvidos ou ff são os orifícios que ajudam as vibrações geradas no corpo do instrumento a atingir o espaço externo e finalmente nossos ouvidos.

O Arco

O arco moderno de violino é feito de muitos fios de crina de cavalo ajustados à extremidades de uma peça de madeira longas e curva. As crinas são tencionadas para a execução e afrouxadas quando o arco não está sendo usado. Afrouxar o arco ajuda a preservar a flexibilidade da madeira do arco. O Arco para o Violino é como a respiração para os cantores ou os instrumentistas de sopro. Seus movimentos e sua articulação constituem a "dicção" dos sons e a articulação das células rítmicas e melódicas. Todas as nuanças sonoras, colorido e dinâmica musical do Violino estão intimamente ligadas à relação existente entre a condução do arco e a precisão dos movimentos sincronizados da mão esquerda. O Arco é a "alma" do Violino.

Instrumentos mais poderosos

Os fabricantes de violino não queriam apenas fazer violinos que parecessem bonitos, mas que também soassem bem. Era importante que o timbre fosse suficientemente forte para manter-se. Para isso o cavalete do violino ficou mais alto e o ponto ou espelho foi alongado. Assim, passaram a ser usadas cordas mais longas e mais esticadas, produzindo assim um timbre mais forte. Os violinos Amati são tocados ainda hoje, mas nem sua beleza nem a qualidade do som se equiparam às dos instrumentos construídos por um outro italiano, que começou sua carreira na oficina de Amati - Antonio Stradivari, conhecido como Stradivarius.

Antonio Stradivari (1644 - 1737)

Stradivari fez um violino mais comprido, reforçou o corpo e alargou os ff (aberturas de som), enriquecendo assim o timbre. Deu a cada pequeno detalhe um toque de refinamento, o que fez com que seu trabalho fosse reverenciado em toda a Europa. Stradivari fez seus melhores instrumentos por volta de 1700 - 1724, seu período áureo. Atualmente, ainda existem cerca de seiscentos violinos de sua autoria. Hoje em dia, os Stradivarius são tocados pelos melhores violinistas do mundo. Freqüentemente levam o mesmo nome de seus antigos donos - como o "Sarasate", batizado com o nome do famoso violinista espanhol.

Melhores cordas de violino

As primeiras cordas de violino eram cordões especiais feitos de tripas de carneiro enroladas. Embora isso fosse satisfatório para as duas cordas mais agudas, a tripa produzia um som muito inferior quando usada para as mais graves. Depois de 1690, foi descoberta uma nova técnica, que consistia em enrolar uma tripa comum com um delicado fio metálico, o que resultou numa corda mais forte, com um som muito mais estável.

Como é tocado o violino

Numa orquestra há mais violinos do que qualquer outro instrumento. A seção de cordas da orquestra toca mais que as outras, e a maioria dos apreciadores de música declaram que conseguem ouvir durante muito mais tempo o som dos instrumentos de cordas do que outro qualquer. Por que isso acontece? Na verdade, o violino é um instrumento maravilhosamente versátil. Soa bem em conjunto, combina bem com outros instrumentos e pode ser tocado de diversas formas. Portanto, não é de surpreender o fato de que os compositores, executantes e ouvintes sejam atraídos por ele.

Usando o arco

Segurar o arco apropriadamente é muito importante para uma boa execução. A mão direita controla a pressão das crinas do arco nas cordas, o que afeta o timbre do instrumento. O violinista precisa também manter pulso relaxado. Algumas técnicas usadas ao se tocar violino.

Pizzicato 

Os violinistas nem sempre usam o arco quando tocam - de vez em quando beliscam as cordas, o que é chamado de "pizzicato" (pronuncia-se pitzi-cato). Raramente o pizzicato se estende pela melodia inteira, mas no balé Sylvia o compositor francês Delibes escreveu um movimento inteiro em que todos os instrumentos de corda deixam de lado seus arcos para tocar a famosa Polka-Pizzicato. Quando lêem na partitura a palavra "arco", os executantes interrompem o pizzicato e voltam a usar o arco. 

Tocando com surdina

Fixando-se um grampo de madeira sobre o cavalete do violino, reduz-se a força das vibrações que alcançam a caixa de ressonância. Isso funciona com uma surdina, ou abafador de som. Violinos em surdina soam muito distantes e delicados. Os compositores usam os termos italianos "con sordini" (com surdina) e "senza sordini" (sem surdina). 

Sul ponticello 

Expressão italiana que significa "na pontezinha". Em partitura para violino, indica que o violinista deve passar o arco próximo ao cavalete, o que origina um som de timbre agudo, de arranhudura. 

Col legno 

O excitante começo de "Marte, o Mensageiro da Guerra", da suíte de Holst Os Planetas, apresenta as cordas soando com um curioso efeito estalado. É o que se chama col legno - "com a madeira". O arco é seguro de lado, de tal maneira que cada nota tocada a madeira do arco bata na corda. 

Vibrato 

Uma das importantes técnicas de instrumentos de cordas. O dedo da mão esquerda que prende a corda oscila levemente, causando uma flutuação no tom e enriquecendo o som. O vibrato é usado sobretudo em notas longas. Alguns violinistas preferem não usá-lo quando tocam músicas muito antigas. 

Corda dupla

"Corda dupla" significa tocar duas notas de uma só vez. Alguns compositores pedem acordes de três e até quatro notas, mas no violino não é possível tocar simultaneamente mais do que duas notas. 

Harmônicos 

São notas suaves, semelhantes às da flauta, produzidas pelo toque muito leve sobre a corda (sem pressionar a nota) e a delicada passagem do arco. São usadas com mais freqüência na música moderna. 

Glissando

A palavra indica ao executante que deve escorregar o dedo sobre a corda, de uma nota a outra (o que permite que todos os sons interpostos sejam ouvidos). Os glissandos aparecem quase exclusivamente nas músicas do século XX.

Por: csr.com.br
Ana Paula e Equipe Manja de Tudo.


Orçamentos de Laguinhos www.laguinhos.com.br
Monte em instantes o orçamento para seu laguinho.


Filtros Biológicos www.fontesechafarizes.com.br
Veja on-line que custa muito pouco acabar com as algas.


Anti-algas e Anti-Cloro www.filtrouv.com.br
O fim das algas em seu lago.


    
   © 2011 Manja de Tudo.     www.manjadetudo.com.br.     Contribua conosco enviando sua dica, pergunta ou sugestão aqui.