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Willy.

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Durante a quinzena e anos que passou em cativeiro, Keiko viajou para um parque de diversões Canadiano e, posteriormente, um parte e diversões Mexicano.

Depois de anos de espectáculos e condições nada favoráveis para uma orca (pois o melhor é que estejam livres e não em cativeiro), o cinema entra na vida da orca. Pessoas da Warner Bros a observam e a tornam na protagonista do filme "Libertem o Willy" (1992). O filme mostra a história de uma orca presa num parque de diversões que finalmente reencontra a liberada graças à ajuda de um rapaz. A história parece-se um pouco à história de Keiko, excepto no final, pois infelizmente no final da rodagem do filme Keiko não regressou ao seu meio natural, o oceano.

Um ano depois, em 1993, os média divulgam ao público a verdadeira situação de Keiko. O público, emocionado, mexe-se para financiar a sua recolocação com o fim de que o filme não seja apenas uma história, mas sim uma realidade. Em 1994 o "Eath Island Institute", associação de defesa dos mamíferos marinhos encarrega-se de encontrar um novo lugar para Keiko. Um grande tanque é construído perto do aquário de Oregon, e a partir dele existe acesso total à água do mar.

Dia 7 de Janeiro de 1996 é um dia importante para Keiko, assim que depois de 17 anos em cativeiro num tanque clorado de água, a orca é levada para um novo meio em água do mar natural. Mas durante os seus últimos anos em cativeiro, Keiko tinha ficado magoado e contraiu uma doença na pele, pelo que primeiro teve que recuperar a sua saúde. O novo tanque recria mais pormenorizadamente as condições naturais: uma simulação das correntes, com um fundo diversificado. Assim, Keiko regressará progressivamente à fauna e à flora marinha.

A princípios de 1997 a saúde de Keio estava bem e a sua doença desapareceu. Os seus treinadores voltaram a ensinar a nadar num espaço maior e mais profundo. A sua barbatana acostumada a girar constantemente habitua-se de novo. Também reaprende a alimentar-se de presas vivas que deve detectar e apanhar ela mesmo.

Em 1999 Keiko reaprende o que é a via em mar aberto e liberdade, apesar de ser debaixo da vista atenta dos seus treinadores e outros cientistas. A orca deve ser capaz de ganhar o contacto com outras orcas antes de abandonar definitivamente o seu tanque e a companhia dos humanos. No princípio, Keiko era muito dependente dos humanos e preferia ser alimentada antes de caçar ela mesmo. Até não interagia muito com as outras orcas selvagens que estiveram na baía.

Em 2002, apesar de Keiko conseguir nadar com alguns dos seus congéneres, volta sempre ao seu tanque no final da tarde. A associação continua à procura da família de Keiko e continuarão até que a onça se reencontre com os seus. Infelizmente, em 12 de Dezembro de 2003, Keiko é encontrado morto na Noruega, onde passou estes últimos anos. Os seus treinadores crêem que faleceu com uma pneumonia aguda.

Por: Mundo entre Patas.
Ana Paula e Equipe Manja de Tudo.
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