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Botafogo.

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História

Club de Regatas Botafogo

Localização do Botafogo no mapa da América do Sul.Em 1891, sob a liderança de Luiz Caldas, foi fundado o Grupo de Regatas Botafogo. O grupo de remo ganhou esse nome em homenagem a enseada do bairro onde competiam seus barcos. Esta associação contava em sua gênese com a participação de membros vindos do Clube Guanabarense, criado em 1874.

No contexto da Revolta da Armada, dois líderes revolucionários, o almirante Custódio de Melo e o comandante Guilherme Frederico de Lorena, tinham, respectivamente, dois filhos como sócios do grupo, João Carlos de Melo (John) e Frederico Lorena (Fritz). Esta ligação dos jovens com o grupo levantou suspeitas do governo sob o Botafogo, que foi obrigado a interromper suas atividades. Por conta da perseguição, John e Fritz deixaram o Rio de Janeiro e Luiz Caldas foi preso.

Pouco tempo depois, Luiz Caldas viria a falecer ao final de junho de 1894. Então, os sócios restantes do Grupo de Regatas Botafogo reuniram-se para regulamentar a criação do clube. Com quarenta sócios, em 1 de julho de 1894 era fundado o Club de Regatas Botafogo.

Criação do clube

A sede do clube era em um casarão, atualmente demolido, no sul da praia de Botafogo, encostado ao Morro do Pasmado, onde hoje termina a avenida Pasteur. Os fundadores do Club de Regatas Botafogo foram Alberto Lisboa da Cunha, Arnaldo Pereira Braga, Arthur Galvão, Augusto Martins, Carlos de Souza Freire, Eduardo Fonseca, Frederico Lorena, Henrique Jacutinga, João Penaforte, José Maria Dias Braga, Julio Kreisler, Julio Ribas Junior, Luiz Fonseca Quintanilha Jordão, Oscar Lisboa da Cunha e Paulo Ernesto de Azevedo.

A embarcação botafoguense Diva tornou-se uma lenda nas águas da Baía de Guanabara, tendo vencido todas as 22 regatas que disputou, sagrando-se campeão carioca de 1899. Apesar da larga tradição no esporte, o Club de Regatas Botafogo só foi esta vez campeão carioca de remo (os outros títulos estaduais vieram após a fusão).

O Club de Regatas Botafogo foi o primeiro clube carioca campeão brasileiro de alguma modalidade esportiva: de remo, em campeonato realizado no Rio de Janeiro em outubro de 1902, com a vitória do atleta Antônio Mendes de Oliveira Castro, que anos mais tarde viria a se tornar presidente do clube.

Na primeira regata disputada pelo recém-fundado Clube de Regatas do Flamengo, os remadores deste bateram em uma boia de sinalização e adernaram, tendo sido salvos por uma guarnição do Botafogo, que rebocou o barco rubro-negro até a linha de chegada.

Uma curiosidade na história do Club de Regatas é que seus atletas já haviam se arriscado a praticar o futebol. Isto aconteceu em 25 de outubro de 1903, antes da fundação do Botafogo Football Club. Os remadores botafoguenses reuniram-se com os colegas de esporte do Flamengo para a disputa de um amistoso. O time do Botafogo, formado por W. Schuback, C. Freire e Oscar Cox; A. Shorts, M. Rocha e R. Rocha; G. Masset, F. Frias Júnior, Horácio Costa Santos, N. Hime e H. Chaves Júnior, goleou o Flamengo por 5 a 1 no campo do Paissandu. Alguns dos atletas do Botafogo integravam o time de futebol do recém-fundado Fluminense.

Botafogo Football Club

A fundação

O bairro de Botafogo foi o local onde se fundou para o futebol o Electro Club, primeiro nome dado ao Botafogo Football Club. A ideia surgiu a partir de Flávio Ramos e Emmanuel Sodré que estudavam juntos no Colégio Alfredo Gomes. Durante uma aula cansativa de álgebra ministrada pelo general Júlio Noronha, um bilhete passado por Flávio a Emmanuel dizia: "O Itamar tem um clube de football na rua Martins Ferreira. Vamos fundar outro no Largo dos Leões? Podemos falar aos Werneck, ao Arthur César, ao Vicente e ao Jacques".

Emmanuel aguardou o fim da aula para expressar seu entusiasmo. Os meninos, que residiam no bairro de Botafogo, próximo ao Largo dos Leões, logo convenceram outros colegas de que não surgiria opção melhor para preencher o vazio daqueles dias de começo de século XX no Rio de Janeiro, em que eram raras as atrações para os adolescentes. Na tarde de sexta-feira, 12 de agosto de 1904, Flávio, Emmanuel e alguns amigos, todos com idades entre catorze e quinze anos, reuniram-se em um velho casarão localizado nas esquinas da rua Humaitá com o Largo dos Leões para oficializar a fundação do clube.

Electro Club foi o primeiro nome dado ao Botafogo, já que os meninos decidiram cobrar mensalidade e acharam um talão de um extinto grêmio de pedestrianismo com esse nome, que resolveram então adotar.

O uniforme de listras verticais em preto e o branco também foi aclamado por unanimidade. A sugestão partiu de Itamar Tavares. Ele estudara na Itália, onde torcia para a Juventus, criada em 1897 e que, hoje, é um dos clubes mais populares da Europa. A primeira diretoria do Electro, que não teve ata de fundação, era composta por Flávio da Silva Ramos (presidente), Octávio Werneck (vice-presidente), Jacques Raymundo Ferreira da Silva (secretário) e Álvaro Werneck (tesoureiro). Flávio e Emmanuel não gostariam de ver o clube tomar o destino de tantos outros, que desapareceram sem deixar vestígio. Logo, procuraram gente com mais idade e mais experiência para administrá-lo, como Alfredo Guedes de Mello e Alfredo Chaves.

O nome Electro Club permanceu apenas até o dia 18 de setembro. Neste dia, foi realizada outra reunião na casa de Dona Chiquitota, a avó do Flávio, que se assustou ao saber o nome do clube: "Afinal, qual é o nome deste clube?", perguntou. "Electro", respondeu Flávio, que então resolveu seguir o conselho de sua avó:

 "Meu Deus. Que falta de imaginação! Ora, morando onde vocês moram, o clube só pode se chamar Botafogo."

(Francisca Teixeira de Oliveira, a Dona Chiquitota.)

E assim foi feito, o Electro passou a se chamar Botafogo Football Club. Neste mesmo dia, tomou posse a nova diretoria, composta por Alfredo Guedes de Mello (presidente), Itamar Tavares (vice-presidente), Mário Figueiredo (secretário) e Alfredo Chaves (tesoureiro). Os primeiros treinos aconteceram no Largo dos Leões, e as palmeiras imperiais serviram de balizas. Assim, nascia o Botafogo Football Club. Seus fundadores: Álvaro Cordeiro da Rocha Werneck, Arthur César de Andrade, Augusto Paranhos Fontenelle, Basílio Vianna Junior, Carlos Bastos Neto, Emmanuel de Almeida Sodré, Eurico Parga Viveiros de Castro, Flávio da Silva Ramos, Jacques Raymundo Ferreira da Silva, Lourival Camargo da Costa, Octávio Cordeiro da Rocha Werneck e Vicente Licínio Cardoso.

O primeiro amistoso ocorreu no dia 2 de Outubro de 1904, contra o Football and Athletic Club, na Tijuca: derrota por 3 a 0. O time que entrou em campo usava o esquema 2-3-5 e era composto por: Flávio Ramos; Victor Faria e João Leal; Basílio Vianna, Octávio Werneck e Adhemaro de Lamare; Normann Hime, Ithamar Tavares, Álvaro Soares, Ricardo Rego e Carlos Bittencourt. A primeira vitória viria no segundo jogo, em 21 de maio de 1905, sobre o Petropolitano, 1 a 0, gol de Flávio Ramos.

Ainda neste ano, foi criado o Carioca Futebol Clube no bairro de Botafogo. Este clube era destinado a ensinar às crianças as bases do futebol, sendo a primeira escolinha do esporte no Brasil. A escolinha foi desativada em 1908 e absorvida pelo Botafogo Football Club, que buscou nos jogadores do Carioca a intenção de fundar a seu próprio time infantil.

Símbolos

Estrela Solitária

A Estrela Solitária, presente no escudo, na bandeira e na flâmula do clube, era originalmente o símbolo máximo do Club de Regatas Botafogo. De cinco pontas, ela era originalmente em um formato diferente que se consagrou. Tinha em cada ponta uma tonalidade, dividindo-as em preto e branco, dando efeito de sombra. Contudo, foi substituída nos primeiros anos pelo famoso modelo da estrela de cinco pontas branca em um fundo preto.

A Estrela Solitária representava a estrela D´alva e foi adotada por ter sido a primeira estrela a aparecer no céu no dia da fundação do clube. Na verdade, anos depois, após pesquisas, foi se descobrir que aquela estrela era o planeta Vênus.

Com a fusão dos dois clubes, a estrela apontada para o Zênite também foi adotada como símbolo do futebol. O Botafogo de Futebol e Regatas recebeu como um dos apelidos o de clube (ou time) da Estrela Solitária, pois ela passava a estar estampada no escudo das camisas, no peito dos jogadores.

Escudo

O Club de Regatas Botafogo não possuía um escudo oficial. Os estatutos especificavam apenas que a Estrela Solitária seria o símbolo maior. Havia, porém, um escudo não-oficial de uso popular. Ele trazia a Estrela Solitária, remos e o monograma do clube. No uniforme, o clube usava um monograma encimado pela Estrela. Em 1919, a Estrela cresceu e o monograma passou a estar dentro dela.

O escudo do Botafogo Football Club foi desenhado a nanquim por um de seus fundadores, Basílio Viana Júnior. Era um escudo no estilo suíço, tendo o seu contorno em preto. Sobre um fundo branco, havia, ao centro, as iniciais do clube: B F C, entrelaçadas, em preto.

Em 1942, com a fusão dos dois clubes, manteve-se o formato do escudo do Botafogo Football Club, com a Estrela Solitária branca, do Club de Regatas, no lugar das letras, em um fundo preto. Além disso, o escudo recebeu dois contornos: de dentro para fora, o primeiro branco e o segundo preto.


                                                                       

Estrelas

Em 1981, o Botafogo traria uma novidade em seu uniforme: quatro estrelas amarelas estavam acima do escudo do clube. Elas representavam o tetracampeonato carioca do clube nos anos de 1932, 1933, 1934 e 1935. No começo da década de 2000, mais uma estrela foi incluída acima das que já estavam. Desda vez, a quinta estrela era na cor branca e lembrava o título brasileiro de 1995.

Em 2003, todas as cinco estrelas foram retiradas, deixando apenas a Estrela Solitária do escudo, pois o departamento de marketing do clube afirmava que essa é a única estrela que representa o Botafogo.

Bandeira

A bandeira do Botafogo de Futebol e Regatas surgiu após a fusão do Botafogo Football Club com o Club de Regatas Botafogo.

O Football Club possuía uma bandeira com faixas horizontais pretas e brancas, com o escudo do clube ao centro. Foi bordada pela primeira vez pelas irmãs do ex-presidente Edwin Elkin Hime Júnior: Ruth, Hilda, May, Leah e Miriam. Já a bandeira do Club de Regatas era branca, com um quadrilátero preto no canto superior esquerdo e a tradicional Estrela Solitária em branco.

Com a fusão, em 1942, permaneceram as faixas horizontais e o quadrilátero preto, com a Estrela Solitária branca no canto superior esquerdo.

O formato oficial da bandeira é de 1,28 metro de largura e 90 centímetros de altura. As listras horizontais têm 10 centímetros de largura cada. São cinco listras pretas e quatro brancas. O retângulo preto, que contém a Estrela Solitária (em branco), mede 56 x 40 cm.


                                                           

Camisa 7

A camisa 7 é considerada a mais importante da história do Botafogo. Com ela, no time de General Severiano, atuaram diversos jogadores que se destacaram tanto pelo alvinegro quanto pela Seleção Brasileira de Futebol. O primeiro jogador a utilizá-la foi o ponta Paraguaio em 1948, ano em que foi adotado a numeração das camisas do clube. No final da década seguinte, Garrincha foi o responsável por imortalizá-la definitivamente com seus dribles. Ao deixar o time, o substituto de Garrincha como ídolo com a camisa 7 foi Jairzinho. Anos depois, o Furacão da Copa passaria a usar a 10.

A camisa ainda vestiria inúmeros jogadores que atuavam como atacantes ou meia-de-ligação, como Helinho por exemplo, mas só voltaria a ter destaque decisivo em 1989. Após 21 anos sem vencer o Campeonato Carioca, Maurício, com a camisa 7, fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo que garantiu o título daquele ano para o Glorioso. Em 1995, foi a vez de Túlio Maravilha, que usava a camisa 9 até ser contratado como garoto-propaganda do refrigerante Seven Up (patrocinador do clube naquele ano), fazer sucesso com a camisa, levando o Botafogo à conquista do Brasileirão. Depois de ser usado por alguns jogadores com pouca relevância, Dodô, que anteriormente atuava no próprio Botafogo com a 10, passou a jogar com o místico número em 2007, sendo artilheiro do Estadual daquele ano.

Estádio

Em General Severiano, existia o antigo estádio do clube, o Estádio de General Severiano, que tinha este nome por ter acesso pela rua homônima. O campo foi inaugurado na primeira partida do Carioca de 1913, num jogo contra o Flamengo vencido pelo Botafogo por 1 a 0 no dia 13 de maio daquele ano. Em 1937, iniciaram-se a implantação de arquibancadas de cimento no estádio, obra concluida em 1938 e inaugurada em 28 de agosto do mesmo ano. Na cerimônia realizada antes do primeiro jogo, um mapa do Brasil foi desenhado no centro do gramado com terra originada de cada estado do país. O jogo foi contra o Fluminense e Botafogo venceu por 3 a 2. Contudo, o estádio foi demolido quando o clube perdeu a posse do terreno na década de 1970 e nunca mais foi reconstruído.


                                                           

Mascotes

Em frente a sede de General Severiano, encontra-se uma estátua apelidada de "Manequinho". Tombada em 2002 como patrimônio cultural, ela representa um menino urinando e é uma versão da estátua Manneken Pis, que enfeita uma praça de Bruxelas, na Bélgica. A estátua carioca é uma fonte, sendo possível a hidratação pela água do Manequinho.

Com 1 metro de altura, a estátua foi esculpida, originalmente, em 1908, por Belmiro de Almeida, e esteve instalada na praça Marechal Floriano, no Rio de Janeiro até 1927, quando foi transferida, por ser considerada uma afronta aos bons costumes, para a praia de Botafogo, próximo a sede do Mourisco.

A imagem passou a ser relacionado ao alvinegro no Campeonato Carioca de 1957, quando um torcedor vestiu a estátua com a camisa do Botafogo. A partir daí, torcedores consideram-na como mascote e toda vez que o Botafogo é campeão a estátua é vestida novamente. Contudo, em 1990, a estátua foi roubada e destruída. Uma nova réplica, de autoria de Amadeu Zani, foi instalada e, em 1994, transferida para a praça em frente ao palacete de General Severiano.

Em 2008, após um ato de vandalismo de retirou a peça de seu órgão sexual, a estátua foi levada para restauração. Na data de sua recoloção, no início de novembro deste ano, o Botafogo assumiu a posse do monumento.

Pato Donald

Lorenzo Mollas, chargista argentino que trabalhou no Rio de Janeiro nas décadas de 1940 e 50, vestiu o Pato Donald com a camisa do Botafogo nos anos 40. Logo, a personagem de desenhos da Walt Disney foi adotada como mascote pela torcida. Mollas escolheu o Pato Donald porque ele reclama seus direitos, luta, briga e defende-se, como eram os dirigentes alvinegros da época, e, ainda, sem perder a sua elegância ao deslizar pelas águas, aludindo à prática do remo.

                                                                                        

Cachorro "Biriba"

Biriba, novo mascote, que foi lançado em 2008 num par com Biruta.O presidente do Botafogo Carlito Rocha era um dos mais fanáticos torcedores do clube. Supersticioso e determinado, Carlito levou o vira-latas Biriba, que pertencia ao zagueiro Macaé, a todas as partidas do Botafogo no Campeonato Carioca de 1948. Ele achava que o cachorro dava sorte e não aceitava o animal fosse barrado. A diretoria do Vasco tentou impedir a entrada de Biriba em São Januário. Porém, Carlito Rocha colocou o cachorro de baixo do braço e desafiou: "Ninguém impede o presidente do Botafogo de entrar onde quer que seja e quem estiver com ele entra, com certeza!" garantia Carlito. Com a presença de Biriba, em 19 jogos, o Botafogo venceu 17 partidas e empatou as outras 2 no Carioca de 1948 e sagrou-se campeão, após um jejum de 13 anos.

É a partir de Biriba que o cachorro foi adotado como mascote. Anos depois, o cachorro passou a ser um símbolo bastante admirado pelos torcedores alvinegros. A torcida Fúria Jovem, inclusive, divide seus grupos por "canis". As torcidas adversárias apelidaram, também, a torcida do clube de a "cachorrada".

Em 2008, a tradição foi revivida quando um cão, chamado Perivaldo - em homenagem ao ex-jogador do clube nos anos 1970 - entrou junto com time em uma partida da Copa do Brasil de 2008 levado por seu dono, um carioca e fanático torcedor botafoguense residente na Paraíba. Em suas costas negras, o beagle Perivaldo trazia uma marca de nascença em formato de estrela na cor branca, remetendo ao símbolo máximo do clube, a estrela solitária. Neste mesmo ano, o clube lançou dois mascotes oficiais, chamados Biriba e Biruta, para se identificarem com crianças.

                                                        


Torcida

Torcida lotando o Estádio Olímpico do clube em jogo da Copa do Brasil de 2008.De acordo com as últimas pesquisas realizadas em todo o território brasileiro, segundo Ibope em 2004 , a torcida do Botafogo é estimada em cerca de 2,7 milhões de torcedores no Brasil, e, de acordo com pesquisa publicada pelo Datafolha em 2008, o clube tem 2% da preferência da população brasileira (o que totalizaria 3,8 milhões aproximadamente). Seus torcedores integram em grande parte a classe média da sociedade, apesar de contar com expressivo contingente de torcedores nas populações de alta e baixa rendas também. Segundo todas as recentes pesquisas, é a terceira maior do Estado do Rio de Janeiro e a décima-primeira (pelo Ibope) ou uma das nonas (de acordo com o Datafolha) do país. Todavia, o departamento de marketing do Botafogo estima trabalhar com um número de base de 9 milhões de torcedores-consumidores do clube no Brasil. Outro dado que analisa as torcidas é o total de apostas na Timemania, na qual o Botafogo é o 10º colocado entre os clubes brasileiros desde o lançamento da loteria, com o porcentual de 2,8 das apostas.

Historicamente, a torcida do time era formada, em sua gênese, por moradores dos bairros próximos ao clube, como Botafogo, Copacabana e Urca. A popularização botafoguense iniciou-se apenas na década de 1940, especialmente com a presença do craque Heleno de Freitas. A geração seguinte, nas décadas de 1950 e 60, é inspirada pela chamada "época de ouro" do clube, liderada por Garrincha, fato que traduz, hodiernamente, a existência de um grande número de adeptos entre os mais velhos.

O torcedor do Botafogo é frequentemente caracterizado como um indivíduo supersticioso. Isto se deve às místicas que foram criadas ao longo da história do clube, como o mascote Biriba, as lendas sobre a camisa 7 e as coincidências que já aconteceram com o clube. A torcida é relacionada também ao sofrimento, como era comumente descrita pelo cronista Nelson Rodrigues e pelas frases de conhecimento popular como: "tem coisas que só acontecem com o Botafogo" e "o Botafogo tem vocação ao erro". O jejum do clube de 21 anos sem títulos levou o torcedor botafoguense a, mesmo se mantendo fiel ao clube, virar motivo de piadas dos torcedores rivais entre os anos 1970 e 1980.

Neste mesmo período, no qual a população brasileira e o poder de penetração da imprensa cresciam rapidamente em torno do futebol, o Botafogo encontrou sérias dificuldades de formar novos torcedores, em virtude da boa fase que atravessavam seus rivais, principalmente o Flamengo, dono da maior torcida do país. Em números gerais, o torcida botafoguense só voltou a ter forte crescimento na década de 1990, com a presença do irreverente ídolo Túlio Maravilha. Houve uma regressão no posicionamento da sua torcida frente às demais do país, oscilando nas pesquisas, iniciadas em 1983, entre a sétima e décima-segunda posição na preferência nacional.

Em 2003, foi criado o projeto de sócio-torcedor Botafogo no Coração, no qual o torcedor ajuda financeiramente o clube, e, desde 2007, os participantes cariocas têm direito a entrada para os jogos em que o time possui mando de campo. O clube chegou a ter cerca de 18.000 sócios-torcedores em todo o país, número que decresce devido ao anúncio do encerramento do mesmo ao final de 2008.


                                                            

                                                     

Títulos

Continentais

Copa Conmebol: 1993

Nacionais

Campeonato Brasileiro: 1995.

Taça Brasil: 1968.

Regionais

Torneio Rio-São Paulo: 4 vezes — 1962, 1964, 1966 e 1998.

Copa dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo: 1931.

Estaduais

Sala de Troféus do clube. Campeonato Carioca: 19 vezes — 1907¹, 1910, 1912, 1930, 1932/1933/1934/1935, 1948, 1957, 1961/1962, 1967/1968, 1989*/1990, 1996², 1997 e 2006;

Torneio João Teixeira de Carvalho: 1958;

Taça Guanabara: 5 vezes — 1967/1968, 1997, 2006 e 2009;

Taça Rio: 4 vezes — 1989, 1997, 2007/2008;

Taça Augusto Pereira da Mota: 1975;

Taça José Vander Rodrigues Mendes: 1976;

Torneio Início: 8 vezes — 1934, 1938, 1947, 1961/1962/1963, 1967 e 1977;

Torneio Municipal: 1951;

Observação: A Taça Augusto Pereira da Mota e a Taça José Vander Rodrigues Mendes eram equivalente ao segundo turno do Campeonato Carioca.

Outros

Internacionais

- 1 Torneio Internacional da Colômbia: 1960;

- 1 Torneio Pentagonal do México: 1962;

- 1 Torneio Internacional de Paris: 1963;

- 1 Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol de La Paz: 1964*;

- 1 Torneio Quadrangular do Suriname: 1964;

- 1 Torneio Íbero-Americano (Quadrangular de Buenos Aires): 1964,

- 1 Copa Carranza de Buenos Aires: 1966;

- 1 Taça Círculo de Periódicos Esportivos: 1966;

- 3 Torneio de Caracas: 1967, 1968 , 1970;

- 1 Torneio Hexagonal do México: 1968;

- 1 Torneio de Genebra: 1984*;

- 1 Torneio de Berna (Philips Cup): 1985;

- 1 Torneio Pentagonal da Costa Rica: 1986 ;

- 1 Taça Cidade Palma de Mallorca: 1988;

- 1 Torneio da Amizade de Vera Cruz: 1990;

- 1 Torneio Internacional Triangular Eduardo Paes: 1994;

- 1 Troféu Teresa Herrera: 1996;

- 1 Copa Nippon Ham: 1996;

- 1 III Torneio Pres. da Rússia (President of Alaniya Cup): 1996;

- 1 Copa Peregrino: 2008.

Divido com River Plate e Boca Juniors.

Em 1968, o Botafogo jogou contra a Seleção Argentina e o Benfica, mas os dois adversários não jogaram entre si. Logo, o Botafogo foi declarado campeão do Triangular de Caracas, além de ter ganho mais dois troféus pelas vitórias contra as duas equipes: a Taça Dr. Julio Bustamante e a Taça Oldemario Ramos, respectivamente.

Devido ao início do Campeonato Carioca de Futebol de 2008, o Botafogo não jogou pela última rodada da Copa, sendo substituído pelo Boavista na última partida.

Nacionais

- 1 Torneio Triangular de Porto Alegre: 1951;

- 1 Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1954 ;

- 1 Torneio Quadrangular de Belo Horizonte (Governador Magalhães Pinto): 1964;

- 1 Torneio Quadrangular de Teresina: 1966;

- 1 Torneio Independência do Brasil (Brasília): 1974*;

- 1 Torneio Ministro Ney Braga (Belém): 1976;

- 1 Torneio 23º Aniversário de Brasília: 1983*;

- 1 Torneio da Capital da Copa Rio (Torneio Estadual): 1995;

- 1 Copa Rio-Brasília: 1996*.

Não-profissionais

-1 Taça Caxambu: 1906;

- 5 Campeonato Carioca de Segundos Quadros: 1907, 1909/1910, 1915, 1922;

- 1 Torneio Início Amador: 1944;

- 3 Campeonato Carioca Amador: 1942/1943/1944;

- 5 Campeonato Carioca de Aspirantes: 1944/1945, 1958/1959, 1965;

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