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Figueirense.

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O Início - anos 1920

A idéia de fundar uma agremiação esportiva, foi atribuída a um jovem esportista chamado Jorge Albino Ramos. O próximo passo foi conseguir a simpatia de amigos. Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis também assumiram a idéia.

O nome "Figueirense" foi sugerido por João Savas Siridákis. Esse nome foi defendido, pois a maioria das reuniões que tratavam da fundação da futura agremiação ocorria na localidade da Figueira, situada nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências.

O dia 12 de junho de 1921 foi definido como a data de fundação do Figueirense. Uma residência localizada na rua Padre Roma foi cedida para a reunião de inauguração. Foram escolhidos os seguintes nomes para compor a primeira diretoria: presidente - João dos Passos Xavier; vice-presidente - Heleodoro Ventura; primeiro secretário - Balbino Felisbino da Silva; segundo secretário - Jorge Felisbino da Silva; primeiro tesoureiro - Jorge Albino Ramos; segundo tesoureiro - Jorge Araújo Figueiredo; orador - Trajano Margarida; guarda-esporte - Higino Ludovico da Silva. Com as cores preto e branco, que foi a preferência da maioria.

Os nomes de todos os fundadores: Alberto Moritz, Agenor Dutra, Balbino Felisbino da Silva, Bruno José Ventura, Carlos Honório da Silva, Dario Silva, Dilgidio Dutra Filho, Domingos Veloso, Heleodoro Ventura, Higino Ludovivo da Silva, João dos Passos Xavier, João Lobo, João Savas Siridákis, João Soares, Joaquim Manoel Fraga, Jorge Albino Ramos, Jorge Araújo Figueiredo, Jorge Silva, Leopoldo Silva, Manoel Noronha, Manuel Xavier, Pedro Francisco Neves, Pedro Xavier, Raymundo Nascimento, Trajano Margarida, Walfrido Silva e Wlisses Carlos Tolentino.

Anos 1930

A Década de 1930 é lembrada como a melhor década, com o maior número de títulos num espaço de dez anos. O Figueirense tornou-se campeão de todos os campeonatos de que participou em 1932: Torneio Início, Campeão da Cidade de Florianópolis e Campeão Estadual. Alcançou novamente o título máximo da cidade em 1933. Tornou-se mais uma vez campeão citadino e estadual em 1935 e conquistou o seu terceiro campeonato estadual em 1936. Em 1937 e em 1939, obteve os títulos de campeão citadino e estadual.

Um jogador esteve presente em todas as conquistas dos anos 1930: Carlos Moritz, conhecido como Calico. Ele foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense, sendo também recordista de títulos pelo alvinegro e um dos seus principais goleadores.

No jogo decisivo do campeonato estadual de 1939, Figueirense 5 a 3 Peri Ferroviário (Mafra), quatro irmãos atuaram pelo Figueirense. Eram os irmãos Moritz: Calico, Décio, Nery e Sidney.

Anos 1940

A Década de 1940 também foi marcante na história do alvinegro. Em 1941 o clube repetiu o feito de 1932 sagrando-se campeão do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual. Também aconteceram os títulos dos Torneios Início em 1947, 1948 e 1949.

No dia 28 de outubro de 1935, o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante a vigência de seu mandato como presidente do clube, doava oficialmente ao Figueirense a área de terra onde hoje encontra-se construído o Estádio que leva seu nome.

Em 1949, começaram os trabalhos da construção da praça de esportes do alvinegro. Em Setembro daquele ano, foram lançados títulos patrimoniais com vistas à arrecadação de recursos destinados ao início das obras.

Um ano depois, em Setembro de 1948, tiveram início as obras de construção do Estádio do Figueirense.

Anos 1950

Nos anos de 1950, o Figueirense conquistou três torneios inícios (1950/1951/1959) e cinco campeonatos da cidade (1950, 1954, 1955, 1958 e 1959), além do Vice-Campeonato estadual de 1950.

A falta de conquista de títulos estaduais nesta década está diretamente vinculada à escassez de recursos financeiros. A prioridade era a construção do estádio. Neste período, as obras de implantação da praça de esportes entraram em ritmo acelerado.

Em 20 de Julho de 1951, o Figueirense venceu seu maior rival, o Avaí por 1 a 0 no jogo que marcou a inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder. Bráulio foi o autor do gol que entrou para a história.

Anos 1960

A década de 1960 iniciou-se com boas notícias. Em 12 de Junho de 1960, no aniversário de trinta e nove anos do clube, acontecia a inauguração parcial do Estádio do Figueirense, com a realização do primeiro jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense.

O Figueirense sagrou-se campeão de dois Torneios Início (1961 e 1962) e de um campeonato da cidade (1965). As divisões de base obtiveram excelente performance neste período. Em 1961 os juvenis do alvinegro sagraram-se campeões invictos, feito este repetido nos dois anos seguintes, resultando, em 1963, na conquista do tricampeonato da cidade.

Anos 1990

Após o vice-campeonato de 1993, o Figueirense, sagrou-se campeão catarinense de 1994.

Em 1999, quando o clube já usava o seu novo modelo de gestão, com ênfase à reorganização e modernidade administrativa, o alvinegro, na administração de José Carlos da Silva, que negociou a vinda do meio-campo Fernandes, o craque e ídolo alvinegro, que todos já conhecem pelo seu futebol qualificado e por sua superação na carreira. No mesmo ano, o clube conquista o Campeonato Catarinense, fazendo a final contra o seu maior rival Avaí.

Em 1999, a Associação Amigos do Figueirense (ASFIG) adquire um terreno destinado a implantação do Centro de Treinamento do Figueirense, localizado no município de Palhoça, a 20Km do Estádio Orlando Scarpelli. Em Junho de 2000, em meio às comemorações dos setenta e nove anos de fundação do clube, é inaugurada a primeira etapa de obras do CT.

Século XXI

Na primeira década do Século, o Figueirense conquista mais um Tri-campeonato Estadual (2002, 2003 e 2004), um Vice-Campeonato da Série B em 2001. Após isso, o Alvinegro esteve por um longo tempo na Série A do Campeonato Brasileiro (De 2002 até 2008). Em 2003, contratou Cléber Américo da Conceição, carinhosamente chamado de Clebão e também contratou o centro-avante Evair.

Em 2004, os meias Fernandes e Sergio Manoel fazem uma bela dupla no estadual e no brasileiro.

Em 2005, foram colocadas cadeiras em todo o Estádio Orlando Scarpelli, junto com outras reformas e melhorias, que estão sendo feitas desde a década passada. contratou Edmundo, o Animal, uma das maiores contratações da história do clube.

Em 2006, ganhou o Campeonato Catarinense em uma vitória histórica de 3 a 0 sobre o Joinville, e conquistou a melhor colocação de um clube catarinense na história do Campeonato Brasileiro, a 7ª posição (até então, haja vista que, em 2009, o Avaí superou essa marca e terminou o campeonato em 6º lugar, com o mesmo número de pontos e vitórias que o Figueirense em 2006).

Em 2007, o Figueirense chegou até a final da copa do Brasil porém perdeu o jogo decisivo no Orlando Scarpelli após empatar com o Fluminense no Rio de Janeiro.(0x1)

Em 2008 o clube venceu de forma invicta o Primeiro Turno do Campeonato Catarinense de Futebol de 2008 e no segundo turno fez uma campanha razoável por já estar garantido na final, porém perdeu confrontos diretos importantes que foram decisivos, e não levou o título antecipadamente. Na final enfrentou o Criciúma, vencendo o primeiro jogo por 1 a 0, em casa, dependendo apenas do empate no jogo de volta. Acabou perdendo por 3 a 1 e o jogo foi para a prorrogação, onde o Figueirense venceu por 1 a 0 e sagrou-se campeão do estado de Santa Catarina pela 6ª vez em 9 anos, e pela primeira vez em sua historia levantou a Taça no estádio do adversário. Na 14º Rodada do Campeonato Brasileiro levou uma goleada histórica do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense em seu estádio, levando 7 a 1, gols Marcados por Perea (3) Reinaldo (3) e Marcel. Cleiton Xavier descontou para o Figueirense. Mas no final do ano o clube foi rebaixado à Série B do Campeonato Nacional devido aos erros da diretoria na montagem do elenco.

Em 2009, o clube tentou retornar à primeira divisão, mas ficou na 6ª colocação.

Em 2010, o Figueirense ficou com a terceira colocação no Campeonato Estadual. Com uma campanha vitoriosa na Série B do Campeonato Brasileiro deste mesmo ano, o clube logrou retornar à 1ª Divisão do futebol nacional, conquistando a vaga no dia 13/11/2010 após uma combinação de resultados. Na última rodada, o Figuerense derrotou por 4 a 2 o Paraná e sagrou-se vice-campeão do Campeonato Brasileiro da Série B de 2010, repetindo o feito de 2001.

No dia 19/06/10 Fernandes passou Calico, que tinha 94 gols e, na goleada por 6 a 1 sobre o CFZ Imbituba, no estádio Ninho da Águia, marcou o quinto gol do time, seu 99º com a camisa, em jogo válido pela Copa Santa Catarina.

Estádio Orlando Scarpelli


                                               

 

Em 2002, o estádio foi eleito pela Revista Placar como o "Caldeirão do Brasil", ocasião em que atingiu o maior percentual de ocupação dos estádios brasileiros, com 49%, feito repetido nas últimas temporadas.

Em março de 2007, o Diário Lance, referência em cobertura esportiva no país, formou o ranking dos estádios brasileiros de acordo com o caderno de encargos da FIFA. Na oportunidade o Estádio Orlando Scarpelli foi classificado em 10º lugar entre as 24 praças esportivas visitadas, sendo o terceiro melhor estádio particular na avaliação do jornal.

À frente do Scarpelli, apenas a Arena da Baixada (Atlético Paranaense), Beira-Rio (Internacional) e Morumbi (São Paulo), enquanto o Couto Pereira (Coritiba) ganhou a mesma pontuação. Os demais eram públicos: Engenhão (Rio de Janeiro), Maracanã (Rio de Janeiro), Mineirão (Belo Horizonte), Raulino Oliveira (Volta Redonda), Serra Dourada (Goiânia) e Mangueirão (Belém do Pará).

Centro de Treinamento

O Centro de treinamento, de propriedade da ASFIG, foi inaugurado em 2000 e está situado na localidade de Pachecos, no município de Palhoça, distante 20 km do centro de Florianópolis. Com uma área de 65.000 m², é utilizado para atividades de treinamento das mais diversas categorias.

Símbolos

                                                             

Distintivo

O segundo distintivo do clube era semelhante ao do Botafogo do Rio de janeiro, com as letras FFC entrelaçadas na cor branca com fundo preto, este distintivo foi utilizado até 1939. Na década de 1940 o distintivo era apenas uma letra F preta com fundo branco. Nas décadas de 50 e 60 o distintivo utilizado tinha um fundo com listra diagonais em preto e branco sobreposto por uma faixa transversal com a inscrição F.F.C. Somente em 29 de outubro de 1975 foi adotado a árvore símbolo no distintivo, que permanece até os dias atuais.

Mascote

                                                                                                                                                          

 

Figueirinha

Figueira Personificada: desde de setembro de 2002, a torcida do alvinegro catarinense conta com o reforço do simpático mascote "Figueirinha". Os traços do personagem foram idealizados a partir do nome e símbolo do clube, a Figueira (localidade de fundação do Figueirense F. C. na Rua Padre Roma, centro de Florianópolis em 12 de junho de 1921).

Furacão

Furacão Personificado: na década de 1940 o clube era conhecido por "esquadrão de aço" e "furacão do estreito", este último apelido permanece até os dias anuais, sendo usado também como mascote do time de futebol do figueirense futebol clube.

Uniformes


                                                 

 

Curiosidades

Nos anos dourados do Figueirense, na década de 1930, um atacante esteve presente em todas as conquistas do time. Carlos Moritz, o Calico, foi o jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra e recordista de títulos pelo clube, além de um de seus maiores artilheiros.

Na final do estadual de 1939, na vitória por 5 a 3 sobre o Ferroviário, Calico teve a companhia de três irmãos: Décio, Nery e Sidney completavam a família Moritz no time do Figueirense, já que fora de campo Roberto Moritz e Charles Edgar Moritz presidiram o clube nos anos 1930.

O Figueirense venceu a primeira decisão de uma competição estadual (Torneio Início). Na partida, no dia primeiro de junho de 1924, o clube derrotou o Avaí por 1 a 0, com gol marcado por Kowalski.

O Figueirense foi um dos fundadores da extinta Liga Catharinense de Desportos Terrestres, organizada em 12 de abril de 1924.

Em 2002, o Figueirense conquistou todos os títulos estaduais em todas as categorias. Fora de campo o alvinegro conquistou o prêmio "Top of Mind", como a marca de clube de futebol mais lembrada de Santa Catarina e o título de "Caldeirão do Brasil", dado pela revista Placar ao Orlando Scarpelli, estádio com o maior índice de ocupação no Campeonato Brasileiro da Série A 2002, com uma média de 49%.

Em 2007 o Figueirense tornou-se o segundo clube catarinense a chegar a uma final da Copa do Brasil

Em 2008 o Figueirense torna-se o primeiro clube catarinense a conquistar a Copa São Paulo de Futebol Júnior

Ainda em 2008, o Figueirense tornou-se o maior vencedor de Campeonato Catarinense, com 15 conquistas

Em 2010, o Furacão do estreito enfim consegue subir para elite do brasileirão com uma bela campanha na Segunda Divisão, terminando em segundo lugar com 67 pontos.

Em 2011, o Figueirense bate o recorde do seu maior rival, Avaí, mantendo a invencibilidade por 14 jogos seguidos (com 6 vitórias consecutivas), sendo assim, o time catarinense com maior invencibilidade pela série A.

Rivalidade

A primeira vez que Avaí e Figueirense enfrentaram-se ocorreu em 13 de abril de 1924, no estádio Adolpho Konder, em Florianópolis, que naquela época era chamado de "Campo do Aldo Luz" ou "Campo da Liga". O jogo era um amistoso e terminou com vitória do Figueirense por 6-3, depois de estar perdendo por 0-3. Não há registro de quem fez o primeiro gol do clássico (só se sabe que foi um jogador do Avaí).

Na partida, apitada por Benício Cabral, o Avaí abriu 2-0 de vantagem no primeiro tempo. Na segunda metade do jogo, chegou a estar vencendo por 3-0, mas permitiu a virada do Figueirense, que venceu por 6-3.

Os jornais da época registraram o autor de apenas um dos nove gols da partida: Maneca, atacante do Figueirense, fez o gol que deu a vitória ao seu time. Também não há registro da escalação do Avaí naquele dia. Sabe-se apenas o time do Figueirense que entrou em campo: Boos; Amorim e Asteróide; Delgídio, Enéas e Jaime; Campos, Juza, Maneca, Raimundo e Victor.

O primeiro clássico realizado no Orlando Scarpelli (139º clássico), aconteceu em 17 de setembro de 1961, foi na disputa da "Taça Zé Macaco" vencida pelo Figueirense Futebol Clube por 3x0.

O último clássico realizado no Estádio Adolfo Konder foi realizado em 15 de Agosto de 1983, a partida foi vencida pelo Figueirense, pelo placar de 2x0.

O primeiro clássico realizado no estádio da Ressacada, campo do Avaí (277º clássico), aconteceu em 8 de dezembro de 1983 e o Figueirense venceu por 3x0.

Primeira partida noturna oficial em Santa Catarina foi em 20 de Julho de 1951, Figueirense 1x0Avaí no Estádio Adolfo Konder.

Em 1 de abril de 1971 ocorreu o chamado "clássico da vergonha", no qual os 22 jogadores foram expulsos no segundo tempo pelo árbitro Gilberto Nahas. Foi um amistoso comemorativo à revolução de 31 de Março, que terminou em 5x5.

Somente dois clássicos não foram disputados em Florianópolis (194º clássico): o segundo jogo (num total de três) válido pela disputa de uma vaga no campeonato brasileiro de 1973 aconteceu em 16 de maio de 1973 no Estádio Hercílio Luz em Itajaí, e terminou empatado em 0x0.e em 2006, em função da troca do gramado no Orlando Scarpelli e foi disputado no Estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages e terminou 2x1 para o Figueirense.

O Figueirense ficou 15 jogos sem perder para o Avaí durante os anos de 2000 a 2005.

A contagem das vitórias de cada clube :

Jogos: 395; Vitórias do Figueirense: 140; Vitórias do Avaí: 134; Empates: 124; Gols do Avaí: 555; Gols do Figueirense: 509.

A maior goleada feita pelo Figueirense foi de 9-3, num jogo em 1928, as maiores goleadas sofridas foram um 11-2 em 20 de fevereiro de (1938) e 10-2 (9 de agosto de 1942).

Os dois placares mais elásticos feitos no Estádio Orlando Scarpelli foi Figueirense 0-3 Avaí, em 19 de abril de 1981 e 20 de junho de 1982. Na Ressacada, foi Avaí 0-4 Figueirense, em 20 de agosto de 1995. E no Estádio Adolfo Konder, foi Figueirense 2-11 Avaí, em 20 de fevereiro de 1938.

Mais uma dica da Equipe Manja de Tudo para você.


                                                 

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