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Donovanose.

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Descrição

Doença bacteriana de evolução progressiva e crônica, que acomete, preferencialmente, pele e mucosas das regiões genitais, perianais e inguinais, podendo ocasionar lesões granulomatosas e destrutivas. Inicia-se por lesão nodular, única ou múltipla, de localização subcutânea, que eclode produzindo ulceração bem definida e cresce lentamente. É indolor e sangra com facilidade. A partir daí, as manifestações estão diretamente ligadas as respostas tissulares do hospedeiro, originando formas localizadas ou externas e, ate mesmo, lesões viscerais, por disseminação hematogênica.

Genitais e perigenitais - São divididas em ulcerosas e subdivididas em: com bordas hipertróficas e com bordas planas; ulcerovegetantes; vegetantes e elefantiásicas.

Extragenitais:

Sistêmicas- Geralmente as formas ulcerosas tem maior dimensão; apresentam bordas planas ou hipertróficas, com abundante secreção, e crescem, por expansão, por meio de autoinoculação. Nas formas ulcerovegetantes (a mais frequente), há abundante tecido de granulação no fundo da lesão, ultrapassando o contorno lesional. As lesões vegetantes são pouco frequentes e, habitualmente, de pequenas dimensões, bem delimitadas e desprovidas de secreções. As manifestações elefantiásicas ocorrem, quase sempre, apos formas ulcerativas, secundarias as alterações linfáticas, que as acompanham. As localizações extragenitais são raras e podem resultar de práticas sexuais não usuais ou da extensão do foco inicial, por autoinoculação, sendo essa ultima mais frequente. Há predileção pelas regiões de dobras e região perianal. Não há adenite na Donovanose, embora raramente possam se formar pseudobubões (granulações subcutâneas) na região inguinal, quase sempre unilaterais. Há relatos de localização nas gengivas, axilas, parede abdominal, couro cabeludo e outros locais.Na forma sistêmica da doença, podem ocorrer manifestações ósseas, articulares, hepáticas, esplênicas, pulmonares e outras. Em portadores de aids, a Donovanose assume uma evolução clínica atípica, com aparecimento de novas lesões, expansão das preexistentes e persistência da positividade bacteriológica em resposta ao tratamento.


                                                    

                                                       

Reservatório:                                                                                   

O homem.

Modo de Transmissão:

Provavelmente por contato direto com lesões, durante a atividade sexual. Entretanto, esse ainda é assunto controvertido. A ocorrência em crianças e pessoas sexualmente inativas e a variedade da doença em parceiros sexuais de pacientes com lesões abertas são dados que se contrapõem ao estabelecimento definitivo da transmissão sexual exclusiva da doença.

Período de Incubação:

Entre 3 dias a 6 meses.

Período de Transmissibilidade:

Desconhecido,provavelmente enquanto há lesões abertas na pele e/ou membranas mucosas.

Complicações:

As formas vegetantes, elefantiásicas e sistêmicas podem ser consideradas como complicações da Donovanose.

Diagnóstico:

Laboratorial:demonstração dos corpúsculos de Donovan em esfregaço de material proveniente de lesões suspeitas ou cortes tissulares corados com Giemsa ou Wright.

Diagnóstico Diferencial:

Cancro Mole, principalmente na sua forma fagedênica, sífilis secundaria, condiloma acuminado, carcinoma espinocelular, leishmaniose e paracoccidioidomicose.

Tratamento:

Todas as pessoas com DST devem procurar um médico para evitar o desenvolvimento e agravamento da doença.Cada DST tem um medicamento específico, por isso não se deve buscar remédios com amigos ou em farmácias. Apenas o médico tem condições de dizer o tipo de DST, já que existem muitas com sintomas parecidos.

Recomendações :

O critério de cura é o desaparecimento da lesão. As sequelas podem exigir correção cirúrgica. Na gravidez, a doença é de baixa incidência. Não foi relatada infecção congênita, intrauterina ou durante o parto.

Características Epidemiológicas:

A doença apresenta maior prevalência nas regiões subtropicais, sendo mais frequente em negros. Afeta igualmente homens e mulheres, embora existam publicações conflitantes sobre esse aspecto. Habitualmente, é mais frequente entre os 20 e 40 anos.

                                                                 


Mais uma dica da Equipe Manja de Tudo para você.

Por: Ana Paula.

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