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Turismo em cavernas.

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Diversas organizações não-governamentais - a maioria afiliada à Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE) - suprem esta carência, como parceiras fundamentais dos órgãos de governo, seja na descoberta e estudo das cavernas, seja na formação de guias especializados para atender os visitantes e na elaboração de normas de uso adequadas a cada tipo de cavidade.

A mais alta entrada de cavernas está no Brasil, na Gruta Casa de Pedra, em São Paulo, com 215 metros de altura. Em Minas Gerais está o mais profundo abismo (caverna vertical) em quartzito do planeta, a Caverna do Centenário, com 481 metros de profundidade. O Brasil possui, ainda, a maior caverna conhecida em micaxisto, a Gruta dos Ecos, no Distrito Federal, com 1.380 metros de desenvolvimento e um magnífico lago subterrâneo que chega a atingir 300 metros de comprimento.
A presença de gigantescos salões subterrâneos, cachoeiras com mais de 20 metros de queda, lagos com mais de 120 metros de profundidade e enormes espeleotemas, como a estalactite de 28 metros da Gruta de Janelão, em Minas Gerais, considerada a maior do mundo, aliada ao grande potencial de descoberta de novas cavidades, também contribuíram para transformar o Brasil em um dos países mais procurados por expedições espeleológicas internacionais.


Como são ambientes muito específicos, com uma fauna única e condições de temperatura e umidade muito constantes, as cavernas precisam de regras especiais de uso e proteção. Problemas aparentemente menores, como o excesso de visitantes podem ser muito destrutivos, seja pelo pisoteio ou depredação de espeleotemas (formações calcárias ou cristalinas típicas) seja pelo excesso de gás carbônico, proveniente da respiração dos turistas.
O turismo em cavernas é uma opção de desenvolvimento sustentável que atrai muitas comunidades. Mas a regulamentação desse turismo ainda tem muitas arestas a serem aparadas entre espeleólogos, agentes de viagens e os diversos tipos de turistas: os aventureiros, dispostos a fazer rapel, canyoning, mergulho ou escaladas radicais; os religiosos, que realizam cerimônias dentro das cavernas e os turistas tradicionais, que muitas vezes deixam um rastro de lixo e depredações ao longo dos caminhos que percorrem.
Não existe visita a caverna, que não interfira em seu ambiente interno. Mas podem existir planos de manejo do turismo em cavernas, com as melhores alternativas para minimizar esta interferência. As soluções são diferentes para cada caverna e até para cada galeria de uma mesma caverna, por isso os planos de manejo dependem de avaliações técnicas de espeleólogos, especialistas que, no Brasil, não tem profissão regulamentada, nem formação acadêmica específica e, via de regra, trabalham voluntariamente, por amor às cavernas.


No Brasil existem leis para proteção do patrimônio espeleológico (geológico e biológico). Mas ainda é necessário demarcar áreas de proteção, assim como restringir a visitação a algumas cavernas, que contenham formações geológicas e animais especiais. O mais urgente, porém, é controlar essas áreas. Não adianta restringir se não existe controle.

Os primeiros planos de manejo estão saindo do papel, graças ao trabalho de espeleólogos e dos esforços do Centro Nacional de Estudo, Proteção e Manejo de Cavernas do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Cecav-Ibama). A prioridade, no momento, são as áreas com maior concentração de cavernas e mais visitação, na Bahia (Chapada Diamantina), Mato Grosso do Sul (Bonito) e Minas Gerais (circuito de cavernas em torno de Belo Horizonte). Os planos de manejo indicam como usar e como proteger as cavernas, para que a visitação seja permanente.

Por: Ambiente Brasil;

Giuliana Coraiola e equipe do ManjadoTaudo.

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